Groupe de la Banque mondiale · Pre-2003 Economic or Sector Report

Mozambique - Issues and options in the energy sector : Mocambique - Problemas e opcoes no sector energetico

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Moqambique: Problemase Opqbes no Sector Energetic0 PROGRAMA CONJUNTO DO PNUD E W BANCO HUNDIAL PARA AVALIACAO DE SECTORES ENERGETICOS Relat6rios ja Publicados - Pais - Dati Indonesia Novembrc de 1981 Mnuricias Dezembro de 1981 Quitnia Maio de 1982 Sri Lanka Maio de 1982 Zimbabue Junho de 1982 Haici Junho de 1982 Papua Nova Guine Junho de 1982 Burundi Junho de 1982 Ruanda Junho de 1982 Malavi Agosto de 1982 Bangladesh Ou~ubrode 1982 Zimbia Janeiro de 1983 Turqiua Maryo de 1983 Bolivia Abril de 1983 Fiji Junho de 1983 Ilhas Salomio Junho de 1983 Senegal Junho de 1983 Sudao Julho de 1983 Uganda Julho.de 1983 Nigeria Agosto de 1983 Nepa1 Agosto de 1983 Gimbia Novembro de 1983 Per6 Janeiro de 1984 Costa Rica Janeiro de 1984 Lesoto Janeiro de 1984 Seychelles Janeiro de 1984 Morrocos Mar70 de 1984 Portuga1 Abril de 1984 Niger Maio de 1984 Eti6pia Julho de 1984 Cabo Verde Agosto de 1984 Guine-Bissau Agosto de 1984 Botswana Setembro de 1984 Sio Vicente de Grenadinas Setembro de 1984 Santa Lucia Setembro de 1984 Paraguai Outubro de 1984 Tanzinia Novembro de 1984 Rephblica Arabe de Yemen Dezembro de 1984 Liberia Dezembro de 1984 Repbblica Islirnica da Mauritinia Abril de 1985 Jamaica Abril de 1985 Costa do Marfim Abril de 1985 Benin Junho de 1985 Togo Junho de 1985 Vanuatu Junho de 1985 Tonga Junho de 1985 Samoa Ocidental Junho de 1985 Burma Junho de 1985 Tailandia Setembro de 1985 SSo Tom6 e Principe Outubro de 1985 Equador Dezembro de 1985 Soma1ia Dezembro de 1985 Burkina Janeiro de 1986 Zaire Maio de 1986 Siria Maio de 1986 Gana Novembro de 1986 GuinC Novembro de 1986 Madagascar Janeiro de 1987 Mogambique Janeiro de 1987 Suazilindia Fevereiro de 1987 Honduras Agosto de 1984 MINUTA DE CAPA AZUL APENAS PARA US0 OFICIAL RELATOR10 NO. 6128-MOC MOCAMBIQUE PROBLEMAS E OPCOES NO SECTOR ENERGETIC0 JANEIRO DE 1987 Este relatdrio baseia-se nas conclus8es duma miss30 de avaliacio de recursos energgticos que visitou Mosambique em AbrilIMaio de 1985. A missgo foi constitu5da pelos Sre. J. Beeant-Jones, Chefe da MissHo; ,M.Del Buono, Adjunto do Chefe da MissHo; A. Alberti, Trabalho e FormacHo; H. Chaves, Engenheiro ElectrotBcnico; N. C. Krishnamurthy, Engenheiro de Refinaria; J. Rochet, Geblogo; I. Rodriguez, Investigador; e A. Bellazoug (Consultor) Especialista em GBs; Bronkhorst (Consultor) Especialista em Minas de CarvHo; e a Sra. S. Carbonnier (Consultors). Especialista em Recursos Florestais. 0s Senhoree Besant-Jones e Del Buono foram os principais autoree deste.Relat6rio que beneficiou tambgm das contribui~t5es da Sra. D. Williameon (Economista). e doe Srs. C. Warren (Economista de CarvHo), K. Hornby (Consultor), E. Roumani (Consultor) e R. Williams (Coneultor). A minuta do Relatbrio foi discutida vsrias vezee.com as autoridades Mo~ambicanae,nomeadamente em Julho e Novembro de 1986. Mo~ambiqueestd relativamente bem dotado de recursos energ6ticos e as suas perspectivas econ6micas a longo prazo sHo boas uma vez que sejam restabelecidas condicdes de paz no pals. Contudo, as ma's condicdes dos sistemas de fornecimento de energia podem limitar a recupera~ioecon6mica. A politica do govern0 de reabilitaczo das existentes instalacBes e institui~desdo sector deve constituir a mhxima prioridade. SBo tambEm considerados prioritzrios o planeamento para satisfa~Poda procura energe'tica futura, a forma~Bode recursos humanos e a melhoria da capa~idadeoperacional. A polftica do passado e a crescente sobrevaloriza~Bodo metical conservaram os precos da energia comercial bastante abaixo do custo econ6mico da satisfaciio da procura. Esta politica tem sido prejudicial para a viabilidade das empresas do sector e tem resultado em incentivos inadequados para a conservacHo da energia. A relacio actual entre os precos dos produtos energdticos 6 injusta, sendo muito mais caros os combustiveis tradicionais usados pelas familias mais pobres, que os combustiveis comerciais usados - quando disponiveis - pelas familias, com rendimentos mais elevados. Este relat6rio recomenda, que os precos dos combustiveis importados sejam aumentados e mantidos pel0 menos a nlveis de paridade da importa~io,se possfvel dentro de uma reforma econ6mica. que inclua salLrios, precos e taxas de csmbio. 0s investimentos prioritdrios recomendados neste relatdrio atingem cerca de 175 milhBes de delares, a precos de 1985, para os pr6ximos 5 anos. Este total exclui os grandes projectos orientados para a exporta~io(Cahora Bassa XI, aluminio, carvio), que estHo a ser estudados actualmente porque, segundo as informacBes de que a misslo dispBe, a sua viabilidade niio foi ainda adequadamente estabelecida, especialmente em termos de 1ocalizacBo de mercados seguros e atractivos, de rentabilidade econ6mica e dos elevados riscos financeiros envolvidos para Mo~ambique. Este total tamb6m exclui os investimentos na utilizacHo interna de gbs, jL que estes ainda nlo foram definidos nem avaliados com seguranca. ABREVIATURAS E SIGLAS BIRD Banco Internacional para a ReconstrucHo e Desenvolvimento CAPC Corpora~Iode Electricidade Centro Africana CARBOMOC Companhia Nacional do Carviio de Mocambique CCDSA Confersncia para a Coordenaciio e Desenvolvimento do Sul da Africa GDC Gabinete de Desenvolvimento do CarvHo CIDA Agsncia Canadiana para o Desenvolvimento Internacional c.i.f. custo, seguro e frete CNSP Comissiio Nacional de Salirios e Precos DAP digmetro 1 altura do peito DIMEL Distribui~Bode Materials El6ctricos DNM DireccIo Nacional de Minas DWT "Dead Weight Tonnes" (toneladas de transporte em navios) EDM Electricidade de Mocambique EDP Electricidade de Portugal ELECTROMOC Empresa de Electricidade e Electronica ENH Empresa Nacional de Hidrocarbonetos ENIEL Empresa Nacional de Instalac6es Eldctricas ESCOM Comissao de Fornecimento de Electricidade (Repiiblica da Africa do Sul) OrganizacHo das NacBes Unidas para a Agricultura e a Alimentacao f.o.b. livre a bordo f .o.r. livre sobre caminho de ferro FRELIMO Frente de Libertacao de Mocambique (Partido Oficial) GDC Gabinete para o Desenvolvimento do CarvIo GNL GQs Natural Lfquido GNC GSs Natural Comprimido GOM Governo de Mocambique HCB Hidroel6ctrica de Cahora Bassa i.a.m. increment0 anual mddio ING Instituto Nacional de Geologia MADEMO Madeira de Uocambique (Empresa Nacional de Comdrcio de Madeira) MONAP Programa de Agricultura Mocambicano -N6rdico. MRM Ministdrio dos Recursos Minerais PETROMOC Empresa Nacional de Petr6leo de Uocambique PPI Plano de PrevisHo Indicative u s Repiiblica da Africa do Sul RDA Repfilica Democritica Aled SHER Sociedade Hidroel6ctrica do Revu6 SPP espdcies e.d.m. extrafdo da mina, tal como sai, sem classificar TIR taxa interna de rentabilidade UDF Unidade de Direccao de Florestas USAID Agtncia dos Estados Unidos para o Desenvolvimento International UNIDADES DE MEDIDA bbl barril B/D (bbl/d) barril por dia BPC (Gft3) biliiio de p6s ciibicos Btu unidade tLrmica BritCnica CC corrente contfnua GJ gigajoule Gwh gigawatthora ha hectare kcal kilocaloria km quil6metro kV kilovolt kVA kilvoltampere kwh kilowatthora m3 metro ciibico MCF (kft3) milhar de p6s ciibicos MJ megajoule MMPC (Mft3) milhiio de p6s cu'bicos MMPCD (M

Informations clés
Date d'adoption
Pays Mozambique
Source Banque mondiale