Groupe de la Banque mondiale · Project Completion Report

Honduras - Proyecto de Desarrollo Regional de Guayape

Honduras Banque mondiale
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Dccumento d e i EA>?CO !:LTiJZIAL -cxcLusi.i;sente para uso Oficial HONDURAS --- --- PROYECTO 1?E DESARXOLLO RECIONAI- SE GUAYAPI.: (PRCSTAYO 1576-H0) -. IHFORP!E DE TERXINAC ION DEL PRCYECTO ____________.___- 23 de junio de 1386 Depai-tament~de Proyectns Uciclne. Regional de Pmkrica !.atin2 y el Caribe I I i E l :>resenre documerto es d7 d:str-:bl~~i&r. reservadii y q~1e.n~:::lo re(:ib:ir sdlo .- I podr5n u t i l i z a r l v en sI. iiesemperio de :+.;r f m c i o n e s cfici:iks. Except!> 2:,. iaies I I cf:cunstansi.as, su c c u s e ~ l 2 or.a ? o c. r i ~ a v e r l a r ssin l a zir..;ssi.-.nci$n * ~ (id i I ! Eanzo ".lr:?ic!iai. .! EQUIVALENCIAS MONETARIAS Unidad rnonetaria (abreviatura) = Lempira (L) Tipo de cambio: Promedio en el azo de la evaluacion inicial = US$^ = L? Promedio en 10s afios intermedios = LS$L = L2 Promedio en el a50 de terminacion (1984) = US$l = L2 PESOS Y NEDIDAS Siste~nametrico y 1 rnanzana = 0,7 hectireas (ha) SIGLAS BANADESA - Banco Nacional de Desarrollo Agricola DARN0 - Direccibn Agricola Regional Nororiental del Ministerio de Recursos Naturales IHMA - Instituto ilondurefio de Mercadeo Agricola INA - Institute Nacional Agrario MELY - Xinisterio de Recursos Naturales PROMECA - Programa de Mecanizacion Agricola SECOPT - Secretaria de Comunicaciones, Obras Publicas y Transporte REPUBLICA DE HONDURAS EJERCICIO ECONOPiICO 1 de enero - 31 de diciembre d o AGRICOIA Mayo a abril HONDURAS PROYECTO DE DESARROLLO REGIONAL DE GUAYAPE INFORME DE TERMINACION DEL PROYECTO PREFACIO ....................................................... DATOS BASICOS .................................................. RESUMEN DE LA EVALUACION ....................................... I. INTRODUCCION ............................................. I1. FORMULACION DEL PROYECTO ................................. A. Identificacibn. preparation y evaluation ............. B. Negociaciones y aprobacibn por el Directorio ......... C. Objetivos y cornponentes del proyecto ................. D. Costo y financiamiento del proyecto .................. I11. EJECUCION ................................................ A. Calendario de ejecucion .............................. B. Ejecucihn de 10s cornponentes del proyecto ............ C. Estimation de 10s costos ............................. D. Desembolsos .......................................... E. Adquisiciones ........................................ F. Presentacih de informes ............................. G. Auditoria ............................................ H. Cumplirniento de las estipulaciones del Convenio de Prestamo ............................... IV . DESEMPE~OINSTITUCIONAL .................................. V . PAPEL DEL BANCO .......................................... VI . IMPACT0 DEL PROYECTO EN LA AGRICULTURA ................... VII . RESUMEN Y LECCIONES APRENDIDAS ........................... ANEXO 1 .Indicadores de resultados ............................ Pagina APENDICE 1 .C o m e n t a r i o s del P r e s t a t a r i o (BANADESA) ............ 18 APENDICE I1 .C o m e n t a r i o s d e l P r e s t a t a r i o (SECOPT) ............. 24 APENDICE I11 .C o m e n t a r i o s d e l P r e s t a t a r i o (MRN) ............... 25 HONDURAS -- PROYECTO DE DESARROLLO REGIONAL DE GUAYAPE (Prestamo 1576-KO) INFORME DE TERMINACION DEL PROYECTO PREFACI0 Este es el Informe de terminacion d e l proyecto de d e s a r r o l l o regional de Guayape, en Honduras (Prestamo 1576-HO), para e l cual s e aprobo un prestamo de US$10,5 millones en mayo de 1978. Los documentos juridicos fueron firmados e l 16 de junio de 1978 y el prestamo e n t r o en vigor el 18 de diciembre d e l mismo afio. La fecha de c i e r r e o r i g i n a l d e l prestamo era e l 30 de a b r i l de 1983. Se concedieron dos prorrogas y la Eecha f i n a l de c i e r r e fue e l 31 de diciembre de 1984. Se cancel0 la suma de US$177.459,29 e l 19 de septiembre de 1985. Este proyecto es e l cuarto proyecto a g r i c o l a que f i n a n c i a e l Banco en Honduras. Los tres proyectos a n t e r i o r e s fueron 10s s i g u i e n t e s : Proyecto de c r e d i t o a g r i c o l a (Credito 179-HO), que Eue financiado mediante un c r e d i t o de US$2,6 millones otorgado en 1970 y s e termino en enero de 1975; Segundo proyecto de d e s a r r o l l o ganadero (Credito 434-HO), que s e financio mediante un c r e d i t o de U~$6,6millones otorgado en 1973 y s e termino en diciembre de 1979, y Proyecto de c r e d i t o a g r i c o l a f inanciado con un c r e d i t o de US$14 millones otorgado en 1976 que s e termino en junio de 1983. Esos proyectos s e concentraron en c r e d i t o en todo e l pais para explotaciones a g r i c o l a s de tarnaiio mediano y grande, en t a n t o que en e s t e cuarto proyecto s e pus0 e n f a s i s en e l c r e d i t o y 10s s e r v i c i o s de apoyo a las peque6as explotaciones agricolas del Valle de Guayape. Este informe fue preparado por la Division de Agricultura A de la Oficina Regional de America Latina y e l Caribe sobre l a base de v i s i t a s a 1 pais efectuadas en mayo de 1984 y septiembre de 1985, a s i como un informe de terminacion preparado por l a Direc- cion Agricola Regional Nororiental (DARNO) del Ministerio de Recursos Naturales (MRN) de Honduras y entregado a1 Banco el 2 de octubre de 1985. Las demas fuentes de information usadas para e s t e Informe de Terrninacion fueron: e l Informe de Evalua- c i o n No. 1953-H0 de fecha 5 de mayo de 1978; el Convenio de Prestamo d e l Proyecto No. 1576-HO de fecha 16 de junio de 1978; diversos informes de supervision; correspondencia intercambiada con el p r e s t a t a r i o y memorandos internos d e l Banco mantenidos en 10s archivos respectivos d e l Banco. Luego de un examen realizado por el DEO, s e decidio no hacer una a u d i t o r i a d e l proyecto y el 17 de a b r i l de 1986 s e envi6 e l informe de terrninacion a1 P r e s t a t a r i o para que a p o r t a r a sus observaciones. Las que se han recibido van adjuntas a1 texto del informe. HONDURAS PROYECTO DE DESARROLLO REGIONAL DE GUAYAPE (Prestamo 1576-HO) INFORME DE TERMINACION DEL P R O Y G DATOS BASICOS DATOS BASICOS DEL PROYECTO Real como porcentaje Estimacion de la esti- de la Real o rnacion de la evaluacion estimada evaluacion Costo del proyecto (millones de US$) 14,6 13,6 93 Monto del prestamo (millones de US$) 10,5 10,3 98 Fecha de aprobacion por el Directorio - 23/5/78 - Fecha de entrada en vigor 19/9/78 18/12/78 /a - Fecha de cierre 3014183 31/12/84 /b - Periodo de ejecucion del proyecto /c 55 72 131 Tasa de rentabilidad econ6mica (%) 21 17 81 Tasa de rentabilidad financiers (%) 26-43 34-36 87 /d Desernpeiio institucional Bueno Mixto /e Nhero de familias beneficiados directamente 2.040 1.852 / g 91 DESEMBOLSOS ACUMULATIVOS Ejercicios ------- 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 Estimation de la evaluacion (millones de US$) 1,3 4,l 7,O 9,4 10,5 10,5 10,5 Reales (millones de US) 0,9 1,3 2,9 5,3 7,2 9,O 10,3 Reales como % de la estimation 69 32 41 56 69 86 98 Fecha del desembolso final 19 de septiembre de 1985 Monto cancelado ~S$177.459,29 (1919185) - /a Demora de tres meses. - /b Demora de 20 meses. - /C Nhero de meses transcurridos entre la entrada en vigor y la fecha de cierre. - /d Tomando el punto medio de la gama de la evaluacion y de la gana real. - /e Satisfactorio en el caso de DARNO; insatisfactorio en el de BANADESA, SECOPT, PROMECA e INA. - / f 1.200 pequefios agricultores independientes mAs 70 grupos de agricultores de la reforma agraria, con un promedio de 12 agricultores cada uno segun las estimaciones. 1.240 pequeiios agricultores independientes y 51 grupos de agricultores con un promedio de 12 agricultores cada uno segun las estirnaciones. JATOS SOBRE A S IIISIOXES iconc. 1 : l a s i i i - 31as1 Esoeciali- :aci5n :.lirmero ?ersonnl zaciones 'ie 10s Pipos T e c h lie n 1 represen- resulta- Tsnden- de pro- Yision !meslaiio ) persc~~as'"rrens a d a s :'a dos !'> c i a i c biemas :d ; d e n t i f l c a c i o n L ! i 7 6 20 c ,d Zdentificncion 1 1/77 Ir 31r n,c,d,E Preparaciin . i;77 . J - I' 7 , ~ . i , c , ~ , f , g Evaluation 19/77 6 168 a.b,c,d,e.f - - Suservision i 3/77 L 5 a i i Suoervisicin 2 717'3 L 5 a i --- . Suoervisidn ? LZI'T? - i 5 a 9 Suoervision .r / e 3/90 3 a 'l 1 - Suoervision 5 / e 2/80 - - q il a. d 1 5 , ~ p e r r i s i u n6 / f LLr'YO - -7 1 C,d 3 MF Suoervisiin 7 ;/Yl 1 7 a s - 1 MF Supervision 8 / e 3/81 3 13 a,b,a 3 3 YFP Suoervisiin 3 / e 10/S? - 17 a.E 3 PFM Suvervision 10 / f l i S 2 .. - P Y a.d n.ri. 3.d. Suoervisibn 1; 5/82 L h a 1 I El Super-risi6n 12 3/32 1 5 a -- 1 1 FM Suvervisiln 13 3/85 3 9 a , b , d - L >?I S u ~ e r v i s i o c1L ?0/83 1 1I! 1 1 .=?I Su3ervision 15 j,'U& 3 15 3.b.c 1 M -- TClTAL supervisien !a82 OTROS DHTOS DEL ?ROYECTO Prestatario Republics de Honduras Organiszos de ejecucion - Ninisterio tle Rrc~lrsosNaturales (.\!Wl) - -- Banco Nacional de Desirrrollo (BANrLDESAi - S e c r e t a r i a de Cocunicaciones. Cbras Publicas y T r a n s ~ o r t e(SECOPT) - I n s c i t u t o Zlacion; 1 Agrario !LNA; - Program de :lec;inizacijn Agropecuaris (PSSHEC.4) TRABIUO DEL PEXSONAL g/ F iercicios '977 i978 1979 1980 193 1585 1986 r m Identification/ prcparaci6n Evaluacion Ysgociaciones Supervision Total (remanas-funcionarioi oh.9 L29,5 5.5 17.5 8.e 23,9 12.5 11,L 3,s 0.7 378,L === === ==== === ==== ==== ==== === ===----- Proyecto cornplemenrario: T i tulo : Seeundo proyecro de desarrollo r u r a l de Guayape - / a a = tecnico agricola; 5 = econornista agricola; c = j e t e de nision; d = especialista en riegn; e = t s p e c i a l i s t a sn c3rreteras: 5 = consuLtor: g = d s p e c i a l i s t a en credito. - /h i = ningrin problarna o problemas ne:lores; 2 = problemas moderados; 3 = problenas inportantes. - :c := mejorando; 2 = ?scacionarin; 3 = problemas imporcantas. - i d 3 = adminiscraci.70~; T = tecnicos: ? = p o l i t i c o s ; 0 = n t r o s (aaquisiciones). - / e Comprende aos misiones c o r t a s o tn& para s ~ p e f l i s a rdetorminados comoonences. - / f Xisidn de supervision Limitaaa; no s e llena e l formulario 590. Tuente: 3ireccor dei Ee?art;;nen:o de 3ro:ractas 4e l;i '3ficLna ?.eqisnnl de .aerL.?a L.?Li.?a :: e i Carije, por xedio uel siscana -ie regiscro ael tiem?o. i n c l u y ~e i trabsjo en d L terrens y en l a seda. HONDURAS . - - PROYECTO DE DESARROLLO REGIONAL DE GUAYAPE INFORME DE TERMINACION DEL PROYECTO I. RESLWEN DE LA EVALUACION Introducci6n y objetivos 1. Este fue el cuarto proyecto agropecuario financiado por el Banco en Honduras. Incluyo credito agricola y apoyo a la produccion en forma de maquinaria agricola, caminos secundarios, actividades de extension y servicios de investigation (parrafo 2.03). Los objetivos del proyecto eran a) mejorar 10s ingresos de 10s pequeiios agricultores y 10s grupos de reforma agraria, y b) acelerar el crecimiento de la produccion agropecuaria (parrafo 2.03). Ejecucion 2. A pesar del hecho de que el proyecto se inicio con lentitud y debio enfrentarse a serios problemas politicos, financieros y administrativos desde su comienzo, se lo considera bien logrado debido a su importante contribucion a1 mejoramiento de la produccion, especialmente de cereales basicos. En cuanto a1 aspect0 financiero, el proyecto result6 afectado por la insuficiente cantidad de fondos de contraparte. Los principales problemas administrativos fueron la tardanza en organizar La unidad del proyecto, la lentitud en la contratacion de personal esencial, La considerable rotaci6n del personal y las demoras en las adquisiciones. Gradualmente se superaron numerosisimos atascamientos. Se hallan funcionando ahora sistemas de extension, credito y comercializaci6n (parrafo 7.01). Resultados 3. Un objetivo basico del proyecto era apoyar a1 subsector de pequefias explotaciones agricolas y mejorar 10s ingresos de 10s grupos de rentas mas bajas. Este objetivo se ha logrado, puesto que todos 10s subprestamos se otorgaron a pequeiios agricultores y grupos de reforma agraria considerados entre 10s mas pobres. A pesar de cerca de dos azos de demora en la terminaci6n del proyecto, el gasto real en virtud del mismo (computado en su equivalente en dolares de 10s Estados Unidos) es algo menos que la estimacion en la evaluacion inicial; contribuyo a ello el hecho de que 10s fondos de contraparte fueron inferiores a lo previsto (parrafo 7.01). En el tercer aiio de desarrollo del proyecto se alcanzo una produccion de maiz casi tres veces superior a lo previsto en la evaluacion para el noveno a50 (parrafo 6.03). La nueva estimacion de la tasa de rendimiento economico del proyecto dio una cifra de alrededor de 17%, en comparacion con la estimacion de la evaluacion inicial de 21%. Los ingresos agricolas netos de las unidades familiares beneficiarias, en pleno funcionamiento del proyecto, se estiman en cerca del doble del nivel que prevaleceria en la situacion sin el proyecto (parrafo 6.04). bntenimiento de 10s beneficios 4. Las perspectivas de mantenimiento de 10s beneficios derivados de las inversiones del proyecto no parecen tan buenas. Se preve que las actividades de credito seguiran utilizando la recuperacion de 10s fondos de credito del proyecto y otros Eondos de credito proporcionados por un proyecto de cereales basicos apoyado por el BID y que se halla en curso. Tambien podria continuar el sistema de comercializacion en virtud de estas medidas. El mantenimiento de 10s caminos secundarios y la entrega de servicios de extension e investigacibn sufriran considerables retrasos a1 depender casi enteramente de fo~ldospublicos. El Banco ha evaluado la segunda etapa del proyecto de Guayape per0 no tiene planes inmediatos de negociacion del prestamo (cuyo nivel en cuanto a 10s fondos del Banco es igual a1 del presente proyecto) por el momento. Conclusiones y enseiianzas 5. Las enseiianzas principales obtenidas del proyecto son las siguientes: a) DARN0 demostro ser un organism0 adecuado para la ejecucion de la funci6n global de coordinacion; b) el suministro de credito en forma de un fondo fiduciario, en que el Gobierno y no BANADESA (el banco publico) asumio el riesgo crediticio, demostro tambign ser un metodo adecuado, pues 10s pequefios agricultores generalmente no tienen titulo de propiedad de la tierra u otros bienes apropiados para garantizar prestamos bancarios normales; c) el program oficioso del proyecto para la comercializaci6n, que no se previ6 en la evaluacion inicial, result0 tambien ser un buen mecanismo para ayudar a 10s beneficiarios del proyecto a vender sus cereales y a obtener mejores precios en el nivel de la explotacion agricola. Contribuyo ademis a obtener una mejor tasa de recuperaci6n de subprestamos; d) el equipo de consultores contratados en virtud del proyecto result6 ser fundamental para su buen exito; e) a pesar de la bien lograda ejecucion de la infraestructura de riego del componente de cr&dito, no se puede justificar, a base de la production de cereales basicos a precios actuales, el riego adicional, ya sea por gravedad o por bombeo de aguas subterraneas. Para que el riego sea economicamente viable, tendria que lograrse en las zonas de riego un alto grado de diversification hacia productos de mayor valor, como las Erutas y las hortalizas. Se necesitarian nuevos estudios para evaluar la factibilidad tkcnica, financiera y economics de dicha diversificaci611,y f ) el Banco parece haber sido demasiado flexible en cuanto a la presentacibn de 10s informes de auditoria. HONDURAS PROYECTO DE DESARROLLO REGIONAL DE GUAYAPE INFORME DE TERMINACION I. INTRODUCCION 1-01 En octubre de 1977, epoca en que se efectuo la evaluation del proyecto, el PNB per capita de Honduras ascendia a aproximadamente US$390 y era uno de 10s mas bajos del continente americano. El sector agropecua- rio era el mas importante de la economia. Representaba alrededor del 33% del PIB, proporcionaba empleo a mas o menos las dos terceras partes de la poblacion economicamente activa y generaba cerca del 80% de 10s ingresos de exportacion. Las principales fuentes de divisas eran las bananas, cafe, madera, azucar y carne de vacuno y 10s principales alimentos impor- tados eran el trigo, maiz, grasas, aceites y productos lacteos. Segun las estimaciones el pais tenia aproximadamente 3,2 millones de habitantes y la poblacion rural era de 2,l millones. Un 70% de la poblacion rural perci- bia menos de US$111 anuales y, por lo tanto, caia dentro del grupo obje- tivo de pobreza segun lo define el Banco. La estrategia del Gobierno en cuanto a1 desarrollo agropecuario consistia en mejorar 10s ingresos agri- colas de 10s grupos de bajos ingresos y acelerar tanto la produccion agri- cola como el crecimiento de las exportaciones financiando proyectos que incrementaran la produccion y productividad agropecuarias mediante un aumento del credit0 disponible y mejores servicios de investigation y extensibn. El proyecto tenia por objeto apoyar esta estrategia. 1.02 Durante 10s ultirnos ocho aiios no se ha producido ningun cambio extraordinario en la estructura de la economia: la agricultura sigue siendo el sector mas importante de la economia y representa alrededor del 30% del PIB; la proportion de este sector en el total de exportaciones y en la fuerza laboral es de 77% y 54%, respectivamente. Las bananas, el cafe, la madera y la carne de vacuno siguen siendo las principales espor- taciones agricolas y las irnportaciones de alimentos ascienden a alrededor del 10% del total de irnportaciones. La poblacion es actualmente de unos 4,4 millones de habitantes y segun las estimaciones mas recientes del Banco el PNB per capita asciende a ~ ~ $ 6 7(1983). 0 El pais atraviesa actualmente por graves dificultades economicas. Tal como en el resto de la economia, la tasa de crecimiento de la produccion agricola se ha redu- cido en 10s Gltimos afios, aunque el sector ha evolucionado algo mejor que el conjunto de la economia. El Gobierno esta dando alta prioridad a 10s proyectos que permitan mejorar la balanza cornercial, especialmente a 10s que tiendan a incrementar y diversificar las exportaciones agricolas. El Banco esta ayudando a apoyar esta estrategia y ha financiado, con poste- rioridad a este 'proyecto,dos proyectos de credito: el Segundo Proyecto de Credito Agricola (Credito 1005-HO/Prestamo LS33-HO) --cuyo convenio se firmo en abril de 1980-- que se termino en junio de 1985, y el Tercer Pro- yecto de Credito Agricola (Prestamo 2284-H0) que esta en ejecucion --cuyo convenio se firmo en septiembre de !983-- y que, segun se espera, estara terminado para junio de 1987. 11. FORMULACION DEL PROYECTO A. 1dentificacidn, preparacion y evaluacion 2.01 El proyecto fue identificado en septiembre de 1973 por una mision del programa de cooperacidn entre la FA0 y el Banco y su prepara- cion fue completada por otra mision del mismo programa en agosto de 1977. El proyecto fue evaluado por el Banco en octubre de 1977. B. Negociaciones y aprobacion por el Directorio 2.02 Las negociaciones del prestamo tuvieron lugar en Washington, D.C., del 18 a1 21 de abril de 1978. El prestamo fue aprobado por el Directorio, sin deliberation, el 13 de mayo de 1975. C. Objetivos y componentes del proyecto 2.03 Objetivos. Los objetivos del proyecto eran: a) incrementar 10s ingresos de 10s pequezos agricultores independientes (es decir, 10s que tenian de 3,5 a 20 ha) y grupos de la reforma agraria, y b) acelerar el crecimiento de la producci6n agropecuaria. 2.04 Componentes. El proyecto comprendia: a) credit0 agricola a corto y a mediano plazo (alrededor de 56% del costo total del proyecto); b) apoyo a la produccion a traves de maquinaria y equipo agricola de uso comun (4%), ampliacion de la estacion experimental agricola de Catacamas (1%) y construccion y mantenimiento de caminos secundarios (8%); c) asis- tencia tecnica a la Unidad del Proyecto y para la preparacion de estudios relacionados con el valle de Aguan (11%), y d) fortalecimiento de 10s ser- vicios de extension en la zona del proyecto, administration de la estacion experimental de Catacamas y gastos de administraci6n del proyecto (20%). D. Costo y financiamiento del proyecto 2.05 En la evaluacion, el costo total del proyecto se estim6 en ~ ~ $ 1 4 ~ 6 millones, de 10s cuales el Banco debia proveer ~ ~ $ 1 0millones ~ 5 (72%) para cubrir 10s gastos en divisas, que se estimaban en Us$7,6 millo- nes (52%), y ~ ~ $ 2 ,millones (20%) de gastos en moneda national. El 9 Gobierno debia aportar ~ ~ $ 3 ,millones (26%) y 10s agricultores debian 8 aportar 10s restantes ~~$300.000(2%). 111. EJECUCION 3.01 Introduccion. En este capitulo se comparan 10s resultados rea- les con las metas estableciaas en la evaluacion, y se incluye un analisis de la ejecucion de 10s distintos componentes (credito, apoyo a la produc- cion, asistencia tecnica y extension y adrninistracion del proyecto), eva- luacion del costo, desembolsos, adquisiciones, presentation de informes y auditoria del proyecto, y cumplimiento de las estipulaciones del convenio de prestamo. En el Anexo 1 se presenta un cuadro de indicadores clave de 10s resultados. A. Calendario de ejecucion 3.02 Entrada en vigor del prestamo. El prestamo entro en vigor el 18 de diciembre de 1978, siete meses despues de su aprobaci6n por el Direc- torio. Se necesitaron seis meses mas para crear la estructura de organi- zacion de la Unidad del Proyecto y para establecer la Cuenta del Proyecto. El componente del credito result0 particularmente afectado por la demora y las operaciones de prbstamo comenzaron solamente en septiembre de 1979, demasiado tarde para la principal temporada de cultivo de ese aiio. Consi- derando que este proyecto es relativamente direct0 y sencillo pareceria que el tiempo que se necesito para ponerlo en marcha fue excesivo. 3.03 Periodo de ejecucion. Segun las proyecciones de la evaluacion, el proyecto debia estar terminado para el 31 de octubre de 1982 y la fecha de cierre seria el 30 de abril de 1983. La termination se atraso en unos 20 meses debido principalmente a La escasez de fondos de contrapartida. Ademas, en 10s primeros aiios La ejecuci6n del proyecto se demoro debido a problemas de organizaci6n y administracion. B. Ejecucion de 10s componentes del proyecto 3.04 Credit0 agricola. El proyecto debia financiar inversiones y capital de trabajo adicional para pequeiios agricultores independientes (1.200) y grupos de agricultores (70). De 10s 70 grupos de agricultores, 16 debian recibir credito para cubrir gastos de inversion relacionados con obras de riego (tanto en las explotaciones agricolas como fuera de ellas). Mediante el proyecto se proporciono financianliento a un total de 1.240 agricultores independientes y 51 grupos de agricultores (incluidos 17 sistemas de riego en peque3a escala), lo que es casi igual a lo pre- visto en la evaluacion. El hecho de que mediante el proyecto se otorgara financiamiento a un niunero de grupos de agricultores inferior a1 previsto se debio a que el INA no conto con 10s recursos necesarios para organizar dichos grupos. 3-05 Durante todo el period0 del proyecto se otorgaron alrededor de ~ ~ $ 1 ,millones (13%) de 10s subprestamos para financiar inversiones y 3 alrededor de ~ ~ $ 8 ,millones (87%) para financiar insumos. Esto contrasta 7 con 10s supuestos del informe de evaluacion, segun 10s cuales el 71% del valor de 10s subprestamos se destinaria a financiar inversiones y el 29% a financiar insumos. Esta divergencia se debio a las siguientes causas: i) es posible que 10s pequefios agricultores, como 10s de este proyecto, esten rnenos dispuestos a contraer deudas a largo plazo que lo que se habia anticipado en la evaluacion; ii) las obras del proyecto se extendieron en menor medida que la prevista en la evaluacion a zonas que requerian des- broce de tierras y nivelacion, trabajos que constituian una importante partida de las inversiones fijas en las proyecciones de la evaluacion, y iii) la diversificacion de 10s productos de modo de cultivar frijol soya, algodon y sorgo que se habia previsto enla evaluacion y que habria reque- rido el uso de tecnicas agricolas de mayor intensidad de capital, no se produjo . 3-06 El componente de credit0 se ejecuto con exito debido a que: a) la Direccion Agricola Regional Nororiental (DARNO) del Ministerio de Recursos Naturales lleno el vacio que dej6 el Banco Nacional de Desarrollo (BANADESA), que no asigno personal de oficina suficiente ni con las cali- ficaciones necesarias para cumplir la funci6n de intermediario financier0 sin0 que se limito a hacer las veces de una ventanilla de credito 11; b) se contrato internacionalmente un consultor en credito hasta marzo de 1985 para que organizara y supervisara el servicio de credito y adiestrara a1 personal del proyecto, y c) mediante el proyecto se establecio un sistema informal de cornercializacion, que no se previo en la evaluacion, para ayudar a 10s beneficiaries del proyecto a vender su producci6n de cereales basicos. 3.07 Los acuerdos de compras a plazo entre 10s agricultores y las fabricas de forraje ayudaron a1 funcionarniento del sistema de comerciali- zacion y el personal de la DARNO facilito dichos acuerdos. Conforme a estos., 10s fabricantes de forraje adquirian parte de la produccion del proyecto y, dado que no tenian suficiente capital para pagar en efectivo, el proyecto les concedia credito a corto plazo a tasas de interhs comer- ciales para facilitar las transacciones. Esto no afecto a la disponibili- dad de Condos para credito para fines de produccion debido a que 10s sub- prestamos para comercializacion se otorgaban por periodos cortos (tres a seis meses), entre el final de la primera temporada de cosecha de un aco y el comienzo de la primera temporada de cosecha del aiio siguiente, epoca en que habia un exceso de liquidez en el fondo fiduciario del proyecto. El credito para comercializacion se introdujo en 1981 y el rnonto desembolsado fue de aproximadamente ~~$600.000. En 10s aiios siguientes este rnonto aument6 gradualmente hasta llegar a US$4,7 rnillones en 1984. 3.08 Como se indico anteriormente, se preveia que el proyecto finan- ciaria, en virtud del componente de credito, pequecos sistemas de riego por gravedad que abarcarian unas 1.200 ha. Hacia el final del afio -1/ Veanse en el Apendice I 10s comentarios de BANADESA sobre este parrafo. agricola 1984/85 el personal del proyecto habia terminado el diseiio de 23 sistemas, de 10s cuales 17 ya habian sic3 construidos para atender 400 ha a un costo de US$600.000 Einanciados con subprestamos a largo plazo otor- gados a grupos de agricultores en virtud del proyecto. Tomando en cuenta la experiencia limitada del pais en materia de riego, 10s resultados obte- nidos hasta La fecha son bastante satisfactorios. Estos buenos resultados se debieron principalmente a lo siguiente: a) la DARN0 organizo un depar- tamento de riego con un especialista en riego contratado internacional- mente que presto sus servicios hasta marzo de 1985; b). el personal tkcnico local fue adiestrado en el servicio, y c) la Agencia Canadiense de Desa- rrollo International (CIDA) ayudo a evaluar la disponibilidad de riego por gravedad y presto asistencia en la capacitacion de tecnicos hondureiios. 3.09 El reembolso de 10s subprestamos otorgados en virtud del pro- yecto ha sido relativamente satisfactorio. La proporcion de pagos en mora acumulados correspondientes a principal del credito productive a1 final de agosto de 1984 era del 19,4%, calculado como la razon entre 10s rnontos en mora acumulados a esa fecha (~~$1.241.000)divididos por la diferencia entre 10s desembolsos acumulados (~~$7.048.000)y 10s montos desembolsados cuyo plazo de reembolso no vencia todavia (US$655.000) (vease el Anevo I ) . En comparaci6t1, la proporcion de pagos de principal en mora acumulados de la cartera global de BANADESA ha sido alrededor de 40% a 50% en 10s ultimos aiios. Los resultados del proyecto han sido mejores en lo que respecta a la recuperacion por las siguientes razones: a) selection y supervision de 10s beneficiaries mas eficientes que las que se observan, en general, en el caso de las operaciones crediticias de pequefios agricul- tores en Honduras, y b) el hecho de que la Unidad dei Proyecto retenia 10s fondos necesarios para efectuar 10s pagos que vencian mediante el meca- nismo del componente de asistencia en comercializacion. 3.10 Servicio de extension. Este componente esta estrechamente vin- culado con 10s de investigaci6n y crkdito supervisado del proyecto. La Unidad del Proyecto (que funcionaba en el Ministerio de Recursos Naturales y estaba encargada de la ejecucion del proyecto fue integrada en La DARN0 en febrero de 1983. El proyecto proveyo fondos para sueldos y asignacio- nes para personal local, servicios publicos, vehiculos y equipo, costos de operacion y adiestramiento de 10s especialistas en extension. Sin embargo, la contratacion de estos ultimos present6 ciertas dificultades debido a que la renovation de 10s contratos anuales tomaba varios meses. Durante 10s meses en que estaban sin contrato 10s especialistas en exten- sion no recibian sueldo. Por esta razon, el proyecto sufrio una gran rotacidn de personal, pero finalmente surgio un equipo basico estable que ha permanecido hasta ahora. Se contrato internacionalmente un consultor hasta marzo de 1985 como asesor del Director del Proyecto y tambien para que adiestrara a 10s especialistas en extension de modo que pudieran eje- cutar el trabajo de extension del proyecto. Actualmente hay un programa sencillo de transferencia de tecnologia para cultivos de cereales de secano. 3.11 La proporci6n media entre agricultores y extensionistas ha aumentado anualmente, de aproximadarnente 9 a 1 en el primer afio a 45 a 1 durante el ago agricola de 1983/84, como se indica a continuacion: ------------------ Azos agrlcolas ------------------ Partida Unidad 1979/80 1980/81 1981182 1982/83 1983184 1984/55 Beneficiaries activos /a Yumero 44 195 538 911 1.291 1.073 1' Especialistas en extensibn asignados Nknero 5 11 15 32 29 26 Razon benefi- ciarios/ extensionistas Nhero 9 18 36 43 45 41 - /a Para 10s fines de este cuadro cada grupo de agricultores beneficiados ha sido contado como un beneficiario. Esta proporcidn entre agricultores y extensionistas, aunque es muy baja, se puede considerar aceptable por lo menos a corto plazo tomando en cuenta que 10s beneficiarios del proyecto eran, en gran parte, agricultores de subsistencia. 3.12 Se preveia que, en virtud del proyecto, el Instituto Nacional Agrario (INA) organizaria 70 grupos de agricultores. Sin embargo, el INA carecia de 10s recursos necesarios para realizar esta tarea y en el pro- yecto no se previeron recursos adicionales para este fin. El servicio de extension del proyecto 112no parcialmente el vacio, con algo de asistencia del INA, y hacia 1983/84 habia alrededor de 60 grupos de agricultores orga- nizados en la zona del proyecto (de 10s cuales 51 eran beneficiarios del mismo). En general, el servicio de extension del proyecto esta mejorando y, pese a que su personal es relativamente inexperto, esta funcionando razonablemente bien. 3.13 Servicio de investigation. El proyecto proporcion6 fondos com- plementarios a la Estacibn Experimental de Catacamas para financiar la construction de locales y para comprar equipo y contratar personal adicio- nal, de mod0 que la DARN0 pudiera llevar a cab0 un programa eficaz de investigacion orientada hacia la production. Se contrato internacional- mente para el proyecto un consultor hasta marzo de 1985, a fin de que diri- giera la investigacion basica sobre cereales y adiestrara a 10s extensio- nistas del proyecto. La experimentation con maiz, frijoles y arroz se efectca tanto en la Estacion Experimental de Catacamas (15%) como en 10s campos de 10s agricultores (85%). En el caso del maiz y 10s frijoles 10s investigadores han obtenido buenos resultados en lo que respecta a la transferencia de tecnologia, especialmente mediante ensayos en 10s campos de 10s agricultores en que estos ultimos participan directamente. La capa- citacion de extensionistas tambien se ha efectuado adecuadamente dentro del marco del program de investigacion. 3.14 Equipo para el conjunto de maquinaria de uso comun. El proyecto financio la compra de equipo pesado para ayudar a La unidad de maquinaria de uso comun de PROMECA a asegurar que 10s agricultores de la zona del pro- yecto,contaran con maquinaria pesada. A pesar del hecho de que la maquina- ria y el equipo del proyecto no habian sido mantenidos debidamente, de que faltaban repuestos y de que el personal del taller no habia sido adiestrado adecuadamente, 10s servicios de maquinaria de PROMECA fueron importantes en las primeras etapas del proyecto, cuando no habia en la zona suficientes contratistas privados que contaran con maquinaria. El equipo de PROMECA tambien le permitio a la DARN0 ejecutar las obras de 10s sistemas de riego de peque;a escala en la zona del proyecto. Los servicios de PROMECA mejo- raron a partir de 1984, per0 la falta de fondos ha sido su principal problema . 3.15 Caminos secundarios. Con financiamiento proveniente del pro- yecto, La SECOPT construiria y mantendria por administration unos 35 km de caminos transitables en toda epoca y el proyecto financiaria tambien la compra de equipo para trabajos de mantenimiento de carreteras en la zona del proyecto. Hacia el final de 1980 se habian construido o mejorado el doble de 10s kilometros (65) previstos en las proyecciones de la evalua- cion. Esto fue posible debido a que el costo de construcci6n de 10s cami- nos fue muy inferior a1 previsto, en parte debido a que se rebajo la cali- dad. Ademas, no se efectuo ningun trabajo de mantenimiento en 10s caminos de la zona del proyecto pese a que en julio de 1982 el Ministerio de Recur- sos Naturales traspaso a la SECOPT el equipo para mantenimiento de caminos adquirido en virtud del proyecto a fin de que esta pudiera encargarse del mantenimiento. Las razones que dio la SECOPT para explicar la falta de mantenimiento de 10s caminos fueron que el equipo estaba en ma1 estado cuando lo recibio (porque entretanto habia sido destinado a otros usos) y que no habia fondos de contrapartida 21. C. Estimation de 10s costos 3.16 Se estima que el costo total del proyecto terminado asciende a1 equivalente de unos ~ ~ $ 1 3 ~ 6 millones, frente a una estimation de US$14,6 millones en la evaluacion. Con exception de las categorias de credito, equipo y vehiculos, y asistencia tecnica --en las cuales el costo real es practicamente igual a1 estimado en la evaluation-- el costo real de las demas categorias es inferior a las estimaciones de la evaluacion, como se indica &s adelante. El hecho de que el costo de las obras civiles fuera inferior a1 previsto se debio a que la Unidad del Proyecto no pudo cons- truir un edificio para su sede en Juticalpa, principalmente debido a la falta de fondos de contrapartida. El costo del componente de administra- cion fue inferior a1 previsto debido a que se proporcionaron menos recursos para extensibn, investigacion y apoyo administrativo general que el contem- plado en la evaluacion. -2/ Veanse en el Apendice I1 10s comentarios de SECOPT sobre este parrafo. COST0 Estirnacion Real cornoT de la de la escimaci Partida evaluation Real de l a evaluaci ----(miles de US$I---- Credito Equipo y vehiculos Obras c i v i l e s Asistencia tecnica /a Administ rac ion Total - /a Mediante e l proyecto s e proporcionaron ~ ~ $ 7 5 0 . 0 0para financiar una parte 0 del costo en divisas d e l estudio d e l Valle de Aguan. Esta suma de dinero se encauzo directamente hacia e l organism0 de ejecucion, que fue e l Programa de l a s Naciones Unidas para e l Desarrollo (PNUD). D. Desembolsos 3.17 En e l cuadro que s e presenta a continuation s e indican 10s desembol- sos reales y estimados, por categoria, a s i como 10s gastos reales y estimados del Gobierno p de 10s beneficiaries: Categoria Benef i c i a r i o s Gobierno Banco Total ----------------(miles de US$)----------------- Estirnacion de l a evalua- ci6n/documento juridic0 Credito Equipo y vehiculos Obras c i v i l e s Asistencia tkcnica Administracion Sin asignar Total Rea1 CrCdito Equipo y vehiculos Obras c i v i l e s Asistencia tecnica Adrninistracion Total - /a Excluida l a categoria "Sin asignar". 3.18 Hasta el final del ejercicio econ6mico de 1979 se habian desem- bolsado solamente ~~$900.000(9%) del prestamo. A1 final del ejercicio de 1983 (la Eecha original de cierre era el 4 de abril de 1983) se habian desembolsado US$7,2 millones (69%) y tom0 casi dos afios mas desembolsar el restarite 30% del prestamo. La lerititud con que se desembolsaron 10s fon- dos durante todo el proyecto se debio principalmente a la insuficiencia de 10s fondos de contrapartida. E. Adquisiciones 3.19 La adquisicion de equipo y vehiculos tom6 mas tiernpo que el pre- visto. En un caso, la Proveeduria General demoro una importante licita- cion por mas de seis meses debido a que vacilaba en cumplir con ciertas normas establecidas por el Banco para las adquisiciones que se referian a la incorporacion en 10s documentos de licitacion de las especificaciones tecnicas preparadas por la Unidad del Proyecto y aprobadas por el Banco. En otros casos, la adjudication y firma de 10s contratos fueron lentas. Tambien hub0 demoras en la tramitacion de las cartas de credito. La selection de la firrna de consultores para el componente de asistencia tec- nica del proyecto tomo alrededor de un aiio. No obstante, 10s bienes financiados con 10s subprestamos fueron adquiridos directamente por 10s beneficiarios y no hubo mayores problemas. El personal del proyecto ayudo a establecer en la zona de este un sistema bastante eficiente de comercia- lizacion de insumos por comerciantes independientes. F. Presentacion de informes 3.20 La Unidad del Proyecto en su forma initial, y posteriormente la DARNO, debian presentar informes trimestrales sobre la marcha del pro- yecto. Estos informes fueron entregados a1 Banco invariablemente con tres a seis meses de atraso. Aunque esto no estaba contemplado en la evalua- cion, el equipo de consultores que proporciono asistencia tecnica a1 per- sonal del proyecto tambien present0 informes anuales sobre la marcha de este durante 10s cuatro primeros aiios de ejecuci6n. Sin embargo, dado que 10s informes trimestrales fueron preparados en gran parte por el equipo de consultores, 10s inforrnes de dicho equipo no agregaron gran cosa a 10s informes trimestrales sobre la marcha del proyecto. En general, la infor- inacion sobre la marcha de la ejecucion del proyecto fue satisfactoria. En la evaluation se habia previsto una unidad separada de supervisi6n y eva- luacion, pero en la practica estas funciones fueron desempeiiadas por el Departamento de Credito de la DARNO, asesorado por el consultor especiali- zado en credito. G. Auditoria 3.21 Debido a la falta de fondos, durante 10s tres primeros aiios de la ejecuci6n del proyecto no se present6 ningun informe de auditoria. El primer0 de estos informes, que abarco 1979, 1980 y 1981, fue recibido por el Banco el 3 de marzo de 1983. Los informes de auditoria de 1982 y 1983 se recibieron, pero con ocho a nueve meses de atraso cada uno. El informe de auditoria correspondiente a 1984 todavia no ha sido recibido. 3.22 Una firma privada (Price Waterhouse) hizo la auditoria de todos 10s componentes del proyecto. Ademas, la Superintendencia de Bancos reviso y verifico las cuentas del fondo fiduciario del componente de credito. H. Cumplimiento de las estipulaciones del Convenio de Prestamo 3.23 El Ministerio de Recursos Xaturales no cumpli6 plenamente con lo estipulado en la Seccion 3.01 a) y c) del Convanio de Prestamo, que se refiere a la provision de fondos y personal de apoyo --particularmente tecnicos en extension-- suficientes. La provisidn de tecnicos en exten- sion se basaba en contratos anuales, cuya renovacion tom0 de tres a seis meses y el personal quedo sin pagar durante ese tiempo. A partir de 1984 se resolvio el problema de la renovacion de 10s contratos (vease el parrafo 3.10 ). 3.24 El INA no cumplio plenamente con lo estipulado en la Seccion 3.05 del Convenio de Prestamo, que se relaciona con el suministro de apoyo y asistencia a 10s grupos de agricultores en la zona del proyecto. A partir de 1983 la DARN0 proporciono a1 INA 10s recursos necesarios para organizar estos grupos (vease el parrafo 3.12). 3.25 SECOPT no cumplio con la disposition de la Seccion 4.03 del Convenio de Prestamo relativa a1 mantenimiento de las carreteras situadas en la zona del proyecto. El equipo de mantenimiento de caminos financiado con fondos del proyecto se traspaso a SECOPT, per0 esta no ha comenzado a ejecutar el programa de mantenimiento debido a que el equipo esta en ma1 estado y tambien a que no hay fondos suficientes (vease el parrafo 3.15). 3.26 PROMECA no cumplio cabalmente con lo prescrito en la Seccion 6.06 del Convenio de Prestamo, que se referia a: i) adiestrar a1 personal dzl taller de PROMECA, ii) formar existencias de repuestos, y iii) mantener una cuenta separada que debia usarse exclusivamente para equipo destinado a1 conjunto de maquinaria de uso comun (durante 10s primeros cinco afios de !a ejecucion del proyecto PROMECA no cumplio con esta condition). Desde 1984 PROMECA ha prestado servicios satisfactorios en materia de maquinaria zgricola y ha establecido un sistema de contabilidad para controlar 10s ingresos y gastos del proyecto. Sin embargo, La falta de fondos naciona- les le impidi6 adquirir 10s repuestos y capacitar a1 personal del taller (vease el parrafo 3.14). 3.27 Otra disposition que no se cumpli6 plenamente fue la de la Seccion 4.02 c) del Convenio de Prestamo, relativa a la presentacion de informes de auditoria a1 Banco (vease el parrafo 3.21). El Banco no ha recibido todavia informes completes de auditoria del proyectc correspon- dientes a1 afio 1984. 4.01 Se creo dentro del Ministerio de Recursos Naturales una Unidad del Proyecto con autonomia s u f i c i e n t e para e j e c u t a r e l proyecto eficiente- mente; fue encabezada por un Director del Proyecto que tambien estaba a cargo de l a DARiiO. Se asignaron a e s t a Unidad sus propios presupuesto, cuentas, personal, zona geografica de operaciones y c l i e n t e l a . Debido a . que la capacidad i n s t i t u c i o n a l de l a DARNO no estaba suficientemente desa- rrollada y a que s e necesitaba una organization regional s o l i d a , con auto- ridad respecto a cada proyecto, e l Banco s u g i r i o --y e l Gobierno convino en ello-- i n t e g r a r l a Unidad del ~ r o y e c t oen l a DARNO a f i n de e v i t a r toda posible competencia e n t r e ambas. En 1983 la DARNO asumio l a responsabili- dad t o t a l de la ejecucion del proyecto y s u e f i c a c i a ha aumentado gradual- mente. E l desempefio de l a DARNO ha sido s a t i s f a c t o r i o , a pesar de que de 1979 a 1981 s u f r i o problemas p o l i t i c o s y una gran rotacion de personal; a principios de 1982 un nuevo Gobierno asumio e l poder en Honduras y desde entonces e l proyecto ha recibido pleno apoyo d e l Xinistro de Recursos Naturales. 4.02 Los servicios de BANADESA han sido i n s a t i s f a c t o r i o s desde e l comienzo del proyecto y, por consiguiente, la Unidad del Proyecto --a tra- ves de s u departamento de credito-- ha tramitado las s o l i c i t u d e s de sub- prestamos de 10s agricultores, llevado l a contabilidad y cobrado l a s sumas correspondientes a reembolso de 10s subprestamos. Sin embargo, a comien- zos de 1984 BANADESA asumio un papel mucho m a s importante en l a ejecucion d e l componente de c r e d i t o del proyecto l / . E l desempeiio de SECOPT y PROMECA fue i n s a t i s f a c t o r i o por l a s razones que s e indican en 10s parrafos 3.25 y 3.26. Finalmente, e l desempeiio del INA tambien fue i n s a t i s f a c t o r i o , pues no organizo 10s grupos de pequeiios a g r i c u l t o r e s de l a reforma a g r a r i a en la forma planeada. 4.03 El desempezo s a t i s f a c t o r i o de l a DARN0 sobresali6 por e l hecho de que esa Direcci6n e s t a b l e c i 6 un sistema informal de comercializacion. Ademas, durante e l hltimo azo del proyecto l a DARNO Einalmente logro coor- dinar sus actividades con l a s de 10s organismos de ejecucion de o t r o s pro- yectos. E l impacto del proyecto en l o que respecta a 1 fortalecimiento de l a s instituciones ha sido cada vez mayor. Este e x i t o puede a t r i b u i r s e en gran medida a l a firma que proveyo 10s cuatro consultores, en c r e d i t o , investigacion, extensi6n y riego. Los consultores llegaron en j u l i o de 1980, cuando e l proyecto tenia e l problema de l a rapida rotacion del per- sonal y l a interferencia politics, y la e s t r u c t u r a de la Unidad del Pro- yecto (y DARNO) e r a debil. Los consultores llenaron e l vacio. Su actua- ci6n fue sumamente s a t i s f a c t o r i a . - 1/ Veanse en e l Apendice I 10s comentarios de BANADESA sobre este parrafo. V. PAPEL DEL BANCO 5.01 El papel que desempeiio el Banco durante toda la ejecucion del proyecto fue satisfactorio. Las relaciones entre el Banco, el Ministerio de Recursos Naturales y la DARN0 fueron cordiales en todo momento y el Banco adopto una actitud de cooperacion y flevibilidad ante las diversas solicitudes del Gobierno en el septido de reasignar el product0 del pres- tamo, prorrogar la Eecha de cierre de modo de poder terminar el proyecto, aprobar el programa de comercializacion y organizar un seminario sobre procedimientos de desembolso del Banco. La evaluacion fue excesivamente optimists en lo que respecta a1 tiempo necesario para organizar la Unidad del Proyecto, contratar personal clave y establecer sistemas de trabajo eficaces. Transcurrio casi un aiio desde la firma del Convenio de Prestamo antes de que el proyecto comenzara. El Banco podria haber adoptado una actitud mas firme a1 comienzo, de modo de asegurar que todas las institu- ciones del Gobierno que participaron en el proyecto se desempeiiaran satis- factoriamente y que se cumplieran las condicio~iesestablecidas en el Con- venio de Prestamo. Por otra parte, las misiones de supervision del Banco proporcionaron asesoria y orientaciones utiles en diversos campos tecnicos. VI. IMPACT0 DEL PROYECTO EN LA AGRICULTURA 6.Ol La estrategia basica que se siguio durante la ejecucion del pro- yecto consistio en incrementar la producci6n de cereales basicos en tie- rras de secano. En el cuarto a60 de funcionamiento del proyecto la pro- duccion de maiz llego casi a1 triple de la prevista en la evaluacion para el aiio nueve, como se indica a continuation: Produccion (toneladas) Adicional Producci6n En el Real como antes del aiio nueve, % de las proyecto estimacion estimaciones (toneladas) de la Real en el de la Producto estimada evaluation aiio cuatro evaluation Maiz 9.500 8.955 24.359 Frijoles 260 1.152 763 Arroz 1.300 4.068 2.615 Sorgo 2.100 9.828 4.276 - Frijol soya - 10.300 Algodon (en ram) 370 11.168 5 6.02 Si bien mediante el proyecto se logro incrementar la produccion de rnaiz, no se alcanz6 el grado de diversificacion de 10s cultivos contem- plado en la evaluacion. Antes de que se ejecutara el proyecto, una pro- portion enorme de la tierra se destinaba a la producci6n del maiz y Erijoles. No se produjo el cambio que se habia previsto en el sentido de que un por- centaje importante de las tierras no se destinaria ya a1 maiz sino a1 fri- jol soya y a1 algodon. Sin embargo, hub0 una gran diversificaci6n en el sentido de reducir el cultivo del maiz y frijoles para dedicarse a1 cul- tivo del arroz y sorgo, ade&s de una pequefia diversificacion hacia el cultivo de hortalizas y arboles frutales. 6.03 Como se indica a continuaci6n, se produjo un aumento considera- ble de 10s rendimientos: Rendimientos (tlha) Rendimientos en 1983184 de 10s agricultores del proyecto que se Agricultores integraron a1 mismo Cultivos sin el proyecto en 1980181 Aumento (tlha) (t/ha) (t/ha) Maiz Frijoles Arroz (de secano-) Sorgo Algodon El aumento de 10s rendimientos se logro mediante la prornocion del uso de fertilizantes, pesticidas y herbicidas modernos y semillas mejoradas. Ademas, actualmente el uso de tractores para la preparacion de la tierra esta ampliamente difundido en la zona del proyecto. La intensidad media de utilizacion de la tierra de 10s beneficiaries aument6 en un 50% a 125%. aproximadamente, en tanto que segun las estimaciones de la evaluacibn el aumento seria del 140%. El increment0 se logr6 principalmente mediante dos medidas: en primer lugar, la introducci6n de una variedad de sorgo resistente a las pestes en el a50 agricola de 1980-81 proporciono a 10s agricultores un segundo cultivo interesante, mas apt0 que el maiz para el regimen de lluvias de 10s ultimos meses del afio. En segundo lugar, la organization del componente de comercializaci6n del proyecto, a traves del cual 10s agricultores pudieron vender una gran proporcion de su primera cosecha de maiz sin secar, ademas de permitir una reducci6n de la practica de secar el maiz en el terreno, con lo cual awnentaron las tierras dispo- nibles para un segundo cultivo. 6-04 El analisis del impact0 del proyecto esta basado en trabajo en el terreno efectuado por personal de la DARN0 a1 final del afio agricola 1983/84 (cuando el proyecto llevaba cuatro aiios en funcionamiento). La mision adopt6 para la evaluacion el metodo de comparar la situation exis- tente antes del proyecto con la existente despues de su ejecucion. El valor total de la produccion anual adicional del ai5o agricola de 1983/84 a precios economicos corrientes en la explotacibn agricola fue de aproxima- damente US$^ millones. La tasa de rentabilidad economics de 25 aiios, estimada sobre la base de 10s resultados obtenidos hasta la fecha, es de aproximadamente 17%; en La evaluacion se habia estimado un 21%. Se cal- cula que, con el proyecto en pleno funcionarniento, el ingreso agricola medio net0 de las farnilias beneficiarias es alrededor del doble del que tendrian si no se hubiera efectuado el proyecto. VII. RESUMEN Y LECCIONES APRENDIDAS 7.O1 Resumen. Un objetivo basico del proyecto era apoyar a1 subsec- tor de 10s pequefios agricultores y elevar el ingreso agricola de 10s gru- pos de ingreso nds bajo. Este objetivo se logro, pues todos 10s subpres- tarnos se otorgaron a pequefios agricultores independientes y grupos de la reform agraria que se consideran como 10s mas pobres. A pesar de que el proyecto empezo lentamente y tropezo con importantes problemas politicos financieros y adrninistrativos desde el comienzo, se considera que ha tenido exito debido a su gran contribucion a1 aumento de la produccion, especialmente de cereales basicos. Financieramente el proyecto sufrio de escasez de fondos de contrapartida. Entre 10s problemas administrativos importantei se cuentan las demoras en organizar la Unidad del Proyecto, en contratar personal clave y en las adquisiciones, ademas de la rapida rota- cion de personal. Gradualmente se eliminaron numerosos estrangulamien- tos. Actualmente estan funcionando 10s sistemas de extension, credito y cornercializacion. Pese a que el proyecto se termino con unos dos atios de atraso, 10s gastos reales (calculados en su equivalente en dolares de 10s EE.UU.) fueron algo rnenores que 10s contemplados en la evaluacion debido a que 10s fondos de contrapartida fueron inferiores a 10s previstos. El desempe5o de 10s organismos de ejecucion fue mixto. Solo la DARN0 desem- pe56 sus funciones eficientemente; 10s demas organismos no recibieron el apoyo de sus gerentes y no contaron con 10s fondos necesarios para cwnplir 10s objetivos del proyecto 3 / . 7.02 Lecciones aprendidas a) La DAILY0 result6 ser un organism0 apropiado para desempeiiar la funcion general de coordinacion. En proyectos futuros de este tipo que se realicen en Honduras habria que usar las direcciones regionales del Ministerio de Recursos Naturales como organismos de ejecucion con responsabilidad directa por 10s componentes de extension y comercializacion y por la ejecucibn del proyecto en general; b) El suministro de credito en form de un fondo fiduciario --asu- miendo el riesgo del credito el Gobierno y no BANADESA-- tambikn result6 ser apropiado debido a que 10s pequefios agricultores -3/ V6anse en el Apendice I11 10s comentarios del MRN sobre el informe en general. normalmente no tienen titulo de propiedad sobre las tierras que trabajan ni otros activos que sirvan de garantia en el caso de 10s prestamos bancarios regulares. Cuando se trate de proyectos futuros de este tipo en Honduras, tambien habria que establecer un fondo Eiduciario para 10s recursos del credito a fin de que 10s pequeiios agricultores puedan obtener credito institucional. Adernas, habria que tomar disposiciones para ayudar a 10s agri- cultores en lo que respecta a las garantias necesarias (por ejemplo, titulo de propiedad sobre la tierra) para obtener cre- dito bancario regular, a fin de que puedan pasar del fondo fidu- ciario a las lineas de credito regulares; c) El prograrna informal de cornercializacibn del proyecto, que no estaba previsto en la evaluacibn, tambien resulto ser un buen instrumento para ayudar a 10s beneficiarios del proyecto a ven- der sus cereales y a obtener precios mejores en la explotacion agricola. Tambihn ayudo a que las tasas de recuperacion de 10s subprestamos fueran mas elevadas. En proyectos Euturos de este tipo que se realicen en Honduras habria que proveer servicios de comercializacion a 10s beneficiarios; d) El equipo de consultores contratado en virtud del proyecto result6 ser esencial para el buen resultado de este. Dado que !a mayor parte de 10s procedirnientos operacionales del proyecto estan bien establecidos, en una posible segunda etapa del pro- yecto la asistencia tecnica deberia ser muchisimo menor, pues el equipo local del proyecto ha adGirido ya un buen nivel de com- petencia. Sin embargo, habria que contratar un consultor en comercializacion a tiempo completo para fortalecer el programa informal de comercializacion de la DARNO; e) Pese a1 buen exito de la ejecucibn de la infraestructura de riego del componente de credito, considerando la producci6n de cereales basicos y 10s precios actuales no se puede justificar economicamente el aumento del riego por gravedad, en particular el riego mediante el bombeo de aguas subterraneas. Para que el riego sea viable econ6micamente habria que lograr una gran diversificacion orientada hacia el aumento del cultivo de pro- ductos de mayor valor, corno frutas y hortalizas, en las zonas regadas. Se necesitarian otros estudios para evaluar la facti- bilidad tecnica, financiers y economics de dicha diversifica- cion, y f ) El Banco parece haber sido demasiado flexible en lo que respecta a la presentacibn de informes de auditoria. - :6 - - HONCIJRAS PROYCCTO DE OESARIMLLO REClOWAL Of GUAYAPF ilFnnR DE E P n l l l ~ c I o RDEL PICYECTO Indicrdorcs dc resulcadna !?arc-! 1 ) Total serundo culcivo c. Primer y arfundo ;ultivas juncos --Y.L. - *rroz - P r i j o l t s --Sorgo rlfoddn Orros c v l r i v o s& '. - r.iz Pendinienrae fc -- - / h a Arror (dc serano) /b C!h. - F r i j o l e s clha - Sorgo c:ha Alguddn tlh. I PROYECTO GE OLSARQOLLO~ECIONALOF CL'AY.\PE IWTnRnL Oc TERnTHAClON OEL PRoYECTO lndicadort. de relulcadns CParCe I!) 6 . P ~ o O u c c i h n a . Tc t.3 1 - Pa<r - Arror I paddv) - Fr&.iol?, - sor?" - .4laodbn ( e n ran.) - F r i j o l solra 1 b . Adicion.1 irespecto a I r r i c u r s i d n a?rucenC,? anrrs de l a cierucr3n Cel Drorrcccrl - - M a < z 1.430 ;.!I 14.774 2h.155 Y.7:6 1.905 9 Q 8 4.232 u.720 1.61: 077 - A r r o r I,eddy) c - (190) l h :31 2.515 2.15L - 460 1.560 2.903 3.614 G.068 - - F r i j o l e s t 49 113 205 I6J 168 56 170 2 5 392 4 9 i 2 I Sorao 605 1.971 3.609 L.276 :.?96 i.022 7 4.833 7.387 8.660 9.828 - - Alno66n (en ram.,! t 70 'rL9 i53) 5 E I22 004 l.Ul 3.575 4.206 11.168 F r i jol jala 342 1.212 2.445 4.JI-G 5.073 LO.eOO . R . rAonrrr d c l crCdiCa d c r e r b o l s a d a $ a . p a r a flee9 ~ r o a u c c i ~ o s - Casros d r i n r t r s i 6 n - - ( c z d d i c o a m c d ~ n n op l a ~ o l lJ5IOOO 0 84 157 243 i8X 292 $63 1.278 1.389 1.123 N/A ---- Gascos de c p c r a c i d n ( c r r d ~ t oa corto plat01 USlOOO 2 * t 8 1.131 1.874 2.6h4 2.595 -- -357 -522- - - I51 327 R / A T o t a l p a r c i a l i:~t000 29 511 1.278 2.097 3.132 2.887 - O W 1.800 1.950 1.450 RIA 5 . crC.lico para : m r c i . a l i r a c i d n ( a FOTCC plate) n s l 0 ~ 0 ----- - 5 923 1.598 I.hL9 T o t a l 3-1 crCdiCo d c ~ e l b o l s a d o r J S W 0 29 512 2.639 3.020 &.I30 4.326 - i . 2 ' ~ ) 1.800 1.930 1.1.50 U I A - lo111cnce Yonccs d e s c r b a l s a d o s US$OOO :9 q12 1.278 2.097 J.132 NlA - voncos recuperado* a 1 3018184 YSMOO 29 440 1.099 1.634 1.950 Pik - Honcos que no venclan codsv<a - a 1 ?0:8/84 USjOOO 0 7 17 121 488 NIA Yoncoa en mora a 1 3 0 / 6 / 8 1 US$OlO 0 65 I42 3 0 69L N#A - P r o p o r c ~ d nen .or. d l lOI8/64 1 C 13 11 I7 13 YlA b. CrCdiro p a r a fine. de produccldn - v : o m c c ~ a L i r n c r b n *anto. dc.enbels.do. 651000 29 512 2.0iq 1.920 ;.i10 NlA -- Yoncoa rccupcradoa a 1 10/8/4L VSS000 29 240 1.d6O :.557 1.950 NIA Yontoe quc no vensidn r n l a v < a - a r ?O/R/ab U!:$OOO 0 7 37 123 :.OF6 ,'/A nontos en mrr rl 301'3181 3SSOOU 'I 4 ) 142 140 6% N/A - Praporcidn m n r a al :O,'8/6& 0 13 7 1: 14 XIA - : a El rCgtmen dc l l u v i s r fuc d c s i a v o r a b l c durance e l ano a g r f c o l a d e 1984/85. - .-'h Fn ;a p l s n ~ f i c a c i d oi n d i c a c i v a dc l a eva!~recdn consistfan en t r i j o l roya solanenre. /C La ~ l i r ar e a l correrponde a; prupo ic bencciciari+s de 19ROtel. - -, d Fa I n evaluaciAn se rupuao a r r o r c l l l r i v a a 3 en clerrar d c i i c q o aolamence. -F 'r l i l r s dc i!SS a prccio. conslance. de 1479/80. Y i l ~ rde 1lSS a prerlos conacances de 1919/RO. LA.clfrss r e rsfieren a! p r r n r i p a l solarncncp. %eemo.,laoa ale1 ? r l n c l p a l d e i c r C d i r o O**~mOol*adh en r l atlo I que v e n c l a n a1 10 JP aeoaco de :984 per0 no r e e i e c t u r r o n , lorno porcenraje d r l :oral d c r s c n ~ o l s o $d e l prtnclp.1 jei crddica de3embo;saao en e l -00 ! que v e n ~ i a n4 1 10 .I- ~ o a t od. d 1984. - 18 - ~ ~ d n d i cIe BANCO NACIONAL DE DESARROLLO AGRICOLA COMAI'AFUELA, D. C..HONDURAS.C. A. PRESlDENClA EJECUTIVA Seiior OTTO MA lSS D i r e c t o r l n t e r i n o Departamento Evaluaci6n de Operaciones Banco lnternaciona 1 de Reconst rucc i6n y Fomento ( 0 1RF) 1818 H S t r e e t N.W. Washington, D.C. 2043 U.S.A. Est imado Sefior: En atenci6n a su nota de fecha 17 de a b r i l d e l presente afio, mediante l a cual sol i c i t a 10s comentarios sobre l a versidn p r e l iminar d e l lnforme de Terminacidn d e l Proyecto de Desa- r r o l l o Reg ional de Guayape ( ~ r g s t a r n o1576-HO) , de l a manera mZs atenta me permito r e m i t i r a usted algunas apreciaciones desde e l punto de v i s t a de l a p a r t i c i p a c i 6 n d e l Banco Nacio- nal de Desarrol l o A g r i c o l a (BANADESA) en e l Proyecto, a f i n de que Sean consideradas en l a preparaci6n de l a versi6n f i n a l d e l informe. Y J AWNDO ERAZO MEDINA -. - Pres idente Ejecut i v o COMEMARIOS DE BANADESA SOBRE EL INFORME OE TERMINACION DEL PROYECTO DE DESARROLLC REGIONAL DE GUAYAPE (PRESTAMO BlRF 7576-HO) A d g u n a ap~eciacic1:~3 ant%i5i.b ddee ao b ~ d Indome de TetminaciGn d d e Ptayecto de D u m o i i ~ Region& de Guayape (Pthtamo BlRF 7 576-HOI ' de de- clza 9 de eneho de 7 9S6, ptepmado pot l a DivAi6n de A_sbLcuLXwraA de l a Odicina Regiond de h 6 t i c a Latina y E l Ccvtibe d& Ba:co Mundid, d.Ban- co Naciond de Duat~uUoAgGcoLa (BANADESA) de H o n d ~ ~ aexpone l o a h i - , glLienteb c o m e ~ o :a a) En el CapLtuLo 711 d d LiXwd A tedehente a "Cde~Aahiodg Ejecuci6n" en el incino 3.02 en & p h a d o dande dc hace msncic'n que "El componen- t e d d md&o rrc5uLtG pWcLLemente adectado pot l a dmom y la ope - m c i o n a de pt&5Lmoa comenzahon nolamente en aepficmbte de 7 979, dema- d i d 0 t d e pana l a p)Lincip& tmporrada de c ~ v dec u e aiio". Comerttdca: Edectivamente, aunque BANADESA Xeda LC tupomab&dad d d componente d& c/rtdiXo lzabia que cumpU con urx a h e de condicio- n u ptevia4 a oxk,rgan mtditoa . POR ejempla , phns.'ia, e tenia que dot - man d Cornit6 de Ct&&oa, cuya dunci6n pGncip& aeGa deteminan La bolvencia de lo.5 aubp&uXaXcvtioa benedicidoa d& P~oyectcy l a 6ad.i- b ~ ~ de ldoa p a h u de ircvmibn, ani coma deci&i?Lia aobte cada d o f i - c i t u d de aubpt~tanoa. POX ~ok~iLJLLiente,tat cornc ae menciona en d incilo 3.02 be necuaanon a& muen d u p u h de qLe e&6 en wigencia el prrhtamo ( 7 i3 de diciembte de 7976) paha mean lc euhuotwra de orrga- nizaci6n de l a Ujidad d d Prroyecto que l a rrupcb~ablede La ejecu- ci6n g e n d d d ninmo. O&ta de L a condicionu qu2 tequehia ct Ptoyec- t o m a lzaceh l o bm e g l o b necuahio.5 e&e & M-ini5tehio de R e m o a Na- M a (MRN] y BANACESA p a den empefim l a pahte A d& PRO yedo de acuerrdo con Loa tenminoa y condicionu ai clhpuutc4 en cYZ Convenio de Prrhahno. TambiSz, u!G o b i ~ n oa i m v b de l a SevLetahia de Hacienda - y Ct6diXo Pu'bficc debehia @man con BANADESA un Ccnvenio Subaidcahio patra ponw a La d-inpoaicibn de BANADESA lon don do^ pma Uevan a cabo l a p M e A dell Ph0yect0 de acumdo con lob m e g l o b d u u u l o b en l a &LsuRa 3.01 ( d ) (ii)d d Convenio de Prtbtamo. Ambob Convenio~,de Ejecuci6n y Subbidiahio jumon ~ h a d o bel 24 de agobto de 1979. Sin cmba~go, due ha5ta & 5 de naviembr~ede 1979 qut & Gcbiana kczo l a phimeha L w l n 6aencia de iondoh de contzapa/ttcda a BANADESA poa L.104,477.00. En u e rnArno dlu be 6onmaeizmon cincuenta ph&tamob pot un monto de L.120,176.00 bupeuoh en 1.15,699.00 a l a cantidad hecibida. Como puede obbavlu~cseen l a hdacibn antehioh, BANADESA no due l a c a a a p)tincipd de que el compcnente de chtdito ne d m o r r m en un comienzo d e l Ph0 yeCf0. b) En cuanto d litad B que be h e d i a e a "Ejecucidn de lob Componenteis d& P,toyecto" en bu i n d o 3.06 dice " E l componente de crttdcto be eje- cLLtG con t d o debido a que: a ] La Dheccibn AgtLicola Regional Noh 0)tien - tat (DARNC)) dell U i L ~ t a i ode Recuthob NcLtwrdu Uen6 ell vacio que de- j6 d Bunco Naciond de De4moUo (GANADESA), que no a i g n 6 p m o n d de o dicina budiciente ni co~zla caLi6icacioneis neceisahicu pcula cumpfh l a ,$~ncidn de intumediahic jinancimo bin0 que be LimLt6 hacm la v e c u de una v e n t a a a de ~ 0 d c t o " . Comevl;tahiob: De a c u d o con el AmXcuLo 9 d d ~onveniode E j e ~ ~ ~ c i 6 ~ 1 , BANADESA ~oLamenteeistaba obLigado a l a c a i d n de aha mpleadob d d De- paxtamento de CfitdCton, p m que ahabajman a t i m p o completo en l a U n i - dad dell P/royecto, haista La ~ i n u l i z a c i b nd d minmo. Sin e m b q o , debido a! voLumen de paOtamob que ne rnanejan en a t e Phoyecto, BANADESA p m agL!i:m & crttdito ahvo que con.hztm apMe de lob h e n empfeado~p a - manentu , p m o n d eve~.ttud y pot rrazonu prrenupuuXahia no pudo aumen- tah el p a 5 0 n d penmane)tte. Oaho hecho que ocaniond dthcL50 en ba d e n - ci6n kbpida a l a d i e n t d a due el ghan nLime.ko de enthega que be hacen a cada bubphatatahio -de 20 a 30 dumbolhob- y & g u m vecen poh can-tidn- d u minima3 h a t a de L . l O . O O . E b t a numehoban entnega acwnuLan much0 Ztabajo. Lo nomnat patla BANADESA en h a c a h m t a b e A emkegah. La 6d- t a de agXizaci6n en d ch&LLto p o t la m z o n u apuntada, dio moLLvo a que DARN0 aumima alguna 4apowabLLLdadu d& m6&2, ya que contaba con Lob r r e m o b necuafcioh pats U e u m a cab0 uta k-L-?r~, meando un Depahtamento de CkCdito y C o m ~ u ~ z a c i d nd, c u d nc ;~tabacontempla- do en d Convenio de Ejecucibn. cl En d C a p L t d o 7V teimente d "DESEMPENU 'INSTTTUCTUNA:', i n d o 4.02 en d pdhha60 que l.iAma5nente dice: "Lon nehvicioh de BAI\L?ESA han dido in. ha~X3dact0ki0h dude d comienzo d d Paoyecto, y, pa4 cl:3igLLiente, La Unidad d d Phoyecto --a &av& de bu Depaktamento de C P - I ~ O - -ha hami- tad0 L a b o & d u d u de bubpa&.tamob dc Eon a g ~ c & $ o t c - ,Uevado l a con tabilidad y cobtrado l a duma cohte3pondiente a treembohc i e l o h bubp466Xa - mob. S-in embah-go, a comienzoh de 1983 GANADESA aumii 1n papd rnucho m& impoGante en La ejecucibn dCe cornponente de m E d / ~ d d Ptoyecto". Come&ob: En edecto, de acuetrdo con & Convenio d~ ZjecuciGn, BANAPE: Xeda l a 4eispo~nabLCidadde ptocuarr la bo&ci/tudu ddi ~ubpa&tamob en cootdinacibn con l a Unidad d& Ptroyecto y l o b cobtob cc-.zupondientu en d &tea d d Ptroyecto. E h t a obLigacionu la aLL4umi6 DL30 debido d g t r a ~ volumen de p4&&0b que be prruentatron en la Agencia! de J d c d p a y Cc tacama, que BANADESA no podia atendm con l a agilidad :zqum.ida pok bu a c a e z de p m o n d , mienffLa que DARN0 contaba con d c m o n d ~udicien. Xe y l o b hecuhcsob necuafciob, begCn be ha exp&cado a ~ 2 ~ u o m e n t eSin . embmgo, BANADESA a pum de bw h d a c i o n u p.rruupu~rda dude d cl mienzo d d Ptroyecto M b de b w c d e urn mejot bolucitr. a lob ptroblema planieadoh en lob i n d o m u de bupehvbibn prruentadoh p: t la didmentu minionu d& Bunco Mundid. Po4 02x0lado, l a contabfiidad e(z Ueva BANADESA dende ;ze he i n i c i G d Ptroyecto, phenenXando Eon indomu menhudef, h d d v c c 2 l a ~ d u a c i b n hinanciaa d& dondo de admiwhttacibn (Balance GenmL y EdXado de Ga- m n c i a y P & d i d a ) , de acumdo con d AlLticLLeo 22 d e t <ortvenio de Eje- cucidn. RESUMEN : En con&uni6n, BANADESA en au c a t d d m de diduciahio, co~nide,*.zhabm cum- p&do de comu'n acumdo con tl Mir:.2 teGo de Recwoa Ndtuirde; :an lo.:, XEri - minod d d Ccnuenio de Ejecucibn. 7:;cir~nig~denie,BANADESA i,dumpci?a- do una labok batindadonia, a i be tama en cuenta que pot ~ Z C I : ; J ptuupuu- ;tizhca?s ha .teiudo LhLtaciona padhidinpanut d e hccWb5oa mbn &If de a.sw po- . ~ i b f i d a d u . Ea Ampoatante a eiiaC;t ademh, que d? tjideicomhc Ftoyeoto Gua - gape due l a phGnm openacidn 6iL:iahia que manejb BANADESA, !b que l e petr- W 6 acumLLem una Ampohtante exp~-ienciap m admininakm lo* (ondoa de 106 aiguientu dideicomhoa que bL: conttdado. A pam de l o ~ ~ w n t a dan- o XtGotonente ae Czan dcanzado lo4 ckjetiuoa dd? Pkoyeoto, ya ~ L L aLTo con aiio t a actiuidad chediticia ha i d o CI:s j c e ~ oX d como ae dmuu;tcL: en l o b cua- (En h i e e n G'; Lmphan) kondob Fcndoa AKo ExXmnoa Nacion d u TcL-Ce TOTAL 9.600.0 3.993.8 13.593.8 Fuente: Dep&amento de Cort.t,=S&dad, BANADESA . De acuendo con d? Convenio dc Ejec-ccibn, d? monto X o t d pma &nun& d? componente de cn6dito ancendia a L.13,617,940.00 de l o a cude! L.9,600,000 ptoveMdrtian d d Bunco lntmnacicr.;L de Recomhccibn y Fom~n2(B'IRF) y 1.4,077,940.00 come?spondian a l c conttrapubte dinanciuta dd? G.-Simno de H o n d w . T a t como ae daptende d d cuadno a n t u i o t l o a apofiLa de capi- X a l teal ancendietran a L.13,593,6C3.00, habiendo apo/Ltado d? 6.22~0d? 700% y l a didmencia de L . 1 8,140.00 nc l o apoMb Gobiano pot ird~dicicncia d e dondoa, l o c u d e?s ivuignidicmde. TOTAL 6 9 , 5 5 7 .; 46.437.9 32.845.7 Fuentc: Depat2amu:-. de Contab&dad, GANADESA. - ~ bupohten de c a p d a l --cat? de 1. 1 3,5 93. 8 m i e u , han Xetzido una trotacibrz iz cinco vecen . Anl, L r obaetva que el manto ,total de ptrbtamos ototrga- iss huA,ta 31 de diu-~vb.eede 7985 acendiekon a L.69,557.9 milen, de h a cuds ae hablan d~-;mboL5ado L.46,337.9 d e r , equivalente a 66%, q ie ha /reupemdo et vd-2: de L. 32,845.7 d e n que /rephe?sentan el 70% de Loa duembohoa. E l ai=.Ao de ccul/tma acencLia aX 37 de dicimbtre de 7965 1 L.73,592.7 d e n . 5 de Junio de 1986 Seiior Otto Maise Departamento de ~ v a l u a c i 6 n de Operaciones, Banco Internacional de Reconstruccibn y Fomento Washington, D.C. Ref.: Informe de Terminaci6n d e l Proyecto Honduras Proyecto de Desarrollo Regional de Guayape ( ~ r g s t a m o1576-HO) Seiior Maise: Informo a usted que l a dependencia a m i cargo, e s t g d e acuerdo con e l contenido d e l numeral 3.15 d e l informe de l a referencia. Atentamente, Ing. Juan Fernando L6pez Ministro de SECOPT ~p6ndiceI11 1 1de Junio de 1986 SeEores World Bank Washington, D.C. Telex 440098 U.S.A. FAVOR TRANSFIITIRSIGUIENTE MENSAJE A SEEOR MICHAEL MCGARRY, JEFE DIVISION AGRICULTURA A. REF. : PRESTABO 1 576-H0, PROYECTO GUAYAPE ACUSAMOS RECIBO INFORME FINAL BANCO NUNDIAL. PREVI0,ALANALISIS DE DICHO DOCUMENT0 NOS PRONUNCIAMOS OFICIALMENTE DE ACUERDO CON EL MISMO. ESPERAMOS VALIOSA EXPERIENCIA PRIMERA FASE PROYECTO PILOT0 SEA CAPITALIZADA EN UNA FASE DE GUAYAPE 11, COMO PROYZCTO VITAL PARA LA ECONOMIA Y AGRICULTURA. AGRADECEMOS FINAS ATENCIONES FUNCIONARIOS DEL BANCO EN LA EJECUCION DE GUAYAPE I. APROVECHAMOS PARA INFORIMR LICDO. RENE ORTIZ LOZAITO ESTA SIENDO INCORPORADO NUEVAMENTE AL PROYECTO CON0 OFICIAL DE ENLACE Y ASESOR GERENCIAL ESTE NIVEL, A FIN DE CONSOLIDAR PERIOD0 DE EADURACION (NUEVE A ~ O SDESPUES DE FINALIZADOS LOS FONDOS EXTERNOS) DEL PROYECTO QUE CONTEMPLA EL REPORTE DE EVALUACION. SEGUN CONVEX10 CON BANCO LICDO. ORTIZ ESTUVO EJERCIENDO UNICANENTE FUNCIONES DE ASESORIA POR UN PERIOD0 DE DOS A ~ O S APROXIPlADAPIENTE, MIENTRAS SE CONSOLIDABAN OFICINAS ASESORAS DESPACXO MINISTERIAL. SALUDOS RODRIGO CASTILLO AGUILAR MINISTRO DE RECURSOS NATURALES HONDURAS, C.A.

Informations clés
Type de document Project Completion Report
Date d'adoption
Pays Honduras
Source Banque mondiale